terça-feira, 30 de novembro de 2010
Autoridades constatam dificuldades encontradas por cadeirantes
Representantes da Prefeitura, Câmara de Vereadores, Associação dos Deficientes Físicos e Mentais de Arapiraca (Adefima) e do Conselho Regional de Engenharia (Crea) realizaram uma inspeção técnica em vários logradouros públicos da cidade, a fim de constatarem as principais dificuldades encontradas no dia-a-dia de quem possui deficiência motora ou visual.
A inspeção foi solicitada pelo presidente da Associação dos Deficientes Físicos, Adriano Targino, e teve como objetivo fazer com que o poder público avaliasse, in loco, algumas falhas e o que ainda pode ser feito para melhorar a acessibilidade nos logradouros públicos cidade. Recentemente, o líder do governo na Câmara de Vereadores, Daniel Rocha (PTB), propôs a criação de um projeto de acessibilidade para Arapiraca. A proposta teve repercussão positiva e foi bem aceita pela Adefima e pelo Centro de Medicina Física e Reabilitação de Arapiraca (Cemfra).
As visitas técnicas aconteceram no recém-inaugurado Lago da Perucaba e na Praça Ceci Cunha, onde os deficientes apontaram falhas no projeto de acessibilidade, a exemplo da quantidade insuficiente de rampas de acesso e a inclinação inadequada em algumas delas, o que torna difícil o acesso dos cadeirantes. O presidente da entidade, Adriano Targino, mostrou que mesmo com a inclinação adequada, muitas rampas apresentam diferenças com relação ao nível da rua. “Em algumas dessas rampas existem pequenas valas que acabam prendendo as rodas das cadeiras, o que exige um maior preparo físico dos cadeirantes”
Sentir dificuldades
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Na última sexta-feira (13), representantes do Conselho Municipal de Pessoas com Deficiência (Condef) realizaram, no centro da cidade, um percurso de vivência com engenheiros e arquitetos da Prefeitura. Os engenheiros e arquitetos vendaram os olhos e se locomoveram com cadeiras de roda.Participaram da vivência 15 pessoas, entre elas a professora de mobilidade, Sandra Regina da Conceição, o presidente do Condef, Ailton Alves Guimarães, e a chefe de Divisão de Políticas Públicas e Atendimento ao Idoso e às Pessoas com Deficiência, Fátima Regina.
O percurso teve início em frente à Secretaria de obras da Prefeitura e se estendeu até a Praça Coronel Salles. De acordo com o secretário de Habitação, Alberto Engelbrecht, existe uma lei federal que obriga as edificações a terem essa vivência. “Os deficientes passam, através da sensibilização, as melhorias que devem ser feitas aos nossos profissionais, agora foi a vez dos engenheiros e arquitetos aprovarem ou não o que foi construído por eles”, disse o secretário.
O objetivo dessa caminhada é fazer com que esses profissionais possam vivenciar, na prática, o dia-a-dia dos deficientes. “Esses profissionais precisam sentir na pele nossas necessidades para colocá-las nas obras”, disse Ailton Alves Guimarães, presidente do Conselho.
Ônibus e ruas continuam sendo as principais dificuldades dos deficientes visuais
Segundo ela, há poucas calçadas com acessibilidade em Natal e quando elas existem estão ocupadas por carros e pontos de comércio.
Outro ponto levantado pela carioca, que reside em Natal desde 2006, é a questão dos ônibus porta-a-porta. “Ainda enfrento muita dificuldade com o transporte. Esse sistema está priorizando os casos de pessoas com tratamento de saúde, o que não é o meu caso”, conta.
Ela defende que os deficientes visuais também sejam beneficiados com o ônibus. “Eu preciso, sou atleta, faço faculdade, enfim, tenho uma vida normal”, frisa, lembrando que pega dois ônibus para ir e voltar da universidade na qual cursa Pedagogia.
Sobre os estudos, ela elogiou o trabalho desenvolvido pela universidade particular em que estuda. “A UnP está me dando um apoio muito importante. A universidade disponibilizou um monitor para fazer as leituras do material que não pode ser ampliado. A fonte tem que ser 42. As provas também são ampliadas”.
Ana Luiza fez questão de lembrar-se dos cardápios em restaurantes. “Aqui em Natal não conheço nenhum restaurante que tenha cardápio em braile. Acho que apenas o Mc Donald tem, mas não tenho certeza”.
A paratleta se locomove com a ajuda do cão-guia Cauã, da raça labrador. Em julho deste ano, ela precisou recorrer à Justiça para fazer valer o direito de ser acompanhada pelo cão-guia em transportes coletivo. Segundo ela, os motoristas se recusavam a levá-la com o cão.
PRECARIEDADE DE POLITICA DE EMPREGO PARA DEFICIENTES NO BRASIL
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OBSTÁCULOS PARA INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO.
A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NA INCLUSÃO TRABALHISTA
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A CARA DA DEFICIÊNCIA NO BRASIL
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DIFICULDADES DA INCLUSÃO DO DEFICIENTE FÍSICO NO MERCADO DE TRABALHO
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
nas ruas no banco nas lojas no super mercado em todos os lugareres
Uma pessoa com nececidades especial nao consegui subir em escadas
Uma pessoa com nececidades especial jamais vai conseguir subir onde tem escada sem a ajuda de alguem
Varios donos de lojas esquecem de fazer rampas para que pessoas com deficiencia possa ir fazer suas compras alias nos também somos consumidores
Eu sei bem oque e isso meu dia a dia e assim com varias dificuldades









